segunda-feira, 20 de abril de 2009

Tente!

A vida é cheia de contrastes e difusões que nos levam a multiplicação de pensamentos. Energias e fluídos de inúmeros quilates, importâncias e necessidades nos influenciam, gerando pensamentos de mesma frequência.
Quando não organizamos bem estes pensamentos, entramos em crise com o nosso eu consciente e colocamos para fora uma série de pensamentos negativos, destrutivos e desnecessários.
A partir do momento em que estivermos conscientes de que todos os problemas do mundo possuem solução, estaremos firmes na busca de um alto grau de evolução neste planeta, missão esta definida pela Providência diante da sabedoria universal.
Para tanto, em vez de desprendermos nossas energias, podemos deixar de lado os problemas e esperar que o tempo se encarregue de pôr as coisas no seu devido lugar.
Por isso, quando algum problema surge, utilizemos uma frase que pode ajudar muito:

- Nada me aborrece!

Use com mais freqüência esta frase...
As coisas ficarão mais fáceis de serem encaradas!
Lembre-se: Nada nos aborrece... TENTE!!!
NAMASTE!

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Eu não tenho medo!

A mais dura das guerras é a guerra contra si mesmo!
Muitos procuram e julgam culpados externos, mas na verdade, é necessário voltar os olhos para dentro de si, identificar o algoz interno, e travar uma batalha quase insana contra si mesmo, contra nossos próprios preconceitos e julgamentos...
É preciso chegar até a desarmar-se...
Tenho lutado nesta guerra durante anos...
Foi terrível, mas hoje estou desarmado... Não tenho mais medo de nada, porque o amor próprio lança fora o temor!
Hoje, desarmado da vontade de ter razão, de justificar-me, desqualificando os outros, olho para o reflexo do meu espelho e um sorriso me escapa pelo canto da boca. É imensurável o acalento do amor próprio!
Não estou mais em guarda, à defensiva, ciumentamente crispado sobre minhas riquezas e apegos. Hoje acolho e partilho, e não estou mais apegado, particularmente, às minhas idéias, aos meus projetos pessoais... Apenas vivo! Se alguém me apresenta idéias, projetos e sugestões diferentes, novas e melhores, aliás, não só melhores, mas simplesmente boas e válidas, aceito sem mágoas nem tampouco ajuizamentos.
Renunciei ao comparativo e, aquilo que é bom, verdadeiro, real, é sempre o melhor para mim.
Gosto, valorizo e enalteço coisas, lugares e pessoas que me agregam valores e que me apresentam a recíproca. Por isso, eu não tenho mais medo, mesmo quando não se tem nada...
Se estivermos desarmados, despojados, abertos à Providência, que faz nova todas as coisas, Ela recicla as energias saturadas, os fluídos ruins, e nos traz um tempo novo onde tudo é possível!
Portanto, o primeiro passo para estampar um sorriso no rosto e conquistar Paz de Espírito é, definitivamente, amar o próprio umbigo para, aí sim, se apaixonar pelo cenário de nossa existência!
NAMASTE!

terça-feira, 14 de abril de 2009

O Caminho!

O caminho não tem começo, pois o primeiro passo não é o caminho que faz, e sim uma vontade e necessidade pessoal de trilhá-lo! O caminho é vivo, e move-se como uma serpente: Em silêncio e consciente, aquele que afaga o seu dorso aprende a trocar de pele... E durante o caminho, outras mudas ocorrerão!
E depois de trocas e mudas, descobrimos que o caminho não tem fim, pois esse nunca termina em si mesmo, apenas muda a rota e/ou a direção, o plano de viagem ou a estrada a percorrer!
O mapa do caminho está dentro de quem caminha, e segue além dos olhos em direção ao horizonte, transmutando e transcendendo o tempo e o espaço!
E segue além... Sempre além...
E sempre além, devemos seguir sempre o caminho que conduz ao mais alto. Os nossos caminhos são inumeráveis, mas incertas são as nossas estadias. Quando se persiste em seguir o caminho que a nada conduz, é que se estima esse caminho pelo que vale. Somos sempre levados para o caminho que desejamos percorrer, se com fé e resignação caminharmos!
Nem todos os caminhos são para todos os caminhantes, mas todo o caminho é bom, pois o homem é esperado em todos eles. Os obstáculos são a materialização de nossos medos e, se você não sabe para onde vai, todos os caminhos o levam para lugar nenhum.
Nunca ande por caminhos já traçados, pois eles conduzem somente para onde outros já foram. É melhor um passo lento por caminho reto e desconhecido, do que muitas curvas e velocidade fora do caminho. Se houver um caminho entre aquele que marcha e o objetivo para o qual tende, há esperança de atingi-lo, mas se faltar o caminho, de que serve o objetivo?
O caminho dos preguiçosos é cheio de obstáculos, ao passo que o do diligente não tem quaisquer embaraços.
Todos sabem o que acontece a uma pessoa que fica no meio do caminho: acaba atropelada. Eles, que não conhecem nem o próprio caminho, mostram aos outros a estrada.
Portanto, olhe bem para cada caminho e com propósito. Experimente-o tantas vezes quanto achar necessário, pois é penoso o caminho que conduz ao cume da montanha. Caminhos muito fáceis, desconfie! Uma vez que alguém se afastou do caminho reto, cai no abismo. O caminho do meio é quase sempre o mais seguro.
O caminho dos injustos é tenebroso, pois eles não sabem no que irão tropeçar, e quando a Providência aponta a direção, o caminho fica favorável para se chegar ao objetivo.
Há pessoas que nunca se perdem, mas porque nunca se põem a caminhar. Nem sempre o homem tem poder sobre seu caminho, mas saiba que nenhum caminho de flores conduz à glória, já que são necessários os espinhos para valorizarmos a caminhada.
Cada homem deve inventar o seu caminho, pois a Providência oferta um caminho diferente a cada um, às vezes semelhantes, mas nunca idênticos. Trace o seu caminho, siga em frente, siga além, e conquiste sua vitória pessoal, intelectual e espiritual!
NAMASTE!

sábado, 11 de abril de 2009

Dor na Alma!

É dor que queima, que arde e corrói!
É chama que inflama, magoa, dói...
É tristeza que chega de repente,
Numa invasão da alma que sente...
Um sonho perdido, uma ilusão que mente,
uma vida triste, calada, descontente!

Porque teu sorriso me embalou, enganou?
Se nada eu queria, nada eu pedia...
Dono de si, dono do amor , não me vias...
Porque em mim alimentastes o sonho, as alegrias?
Se o final da estrada já conhecias...??
Dor da alma, é dor que queima, que arde!
É vida tecida entre o sonho e a ilusão...
É asa cortada, é alma caída...
É a tristeza que o meu ser invade...
É saudade, é lagrima doída... é solidão!

Tenho que despertar deste pesadelo,
cessar meu choro, parar a tristeza...
Olhar o infinito e ler minha alma...
Minh'alma que clama, chama...
Alma que quer parar de amar....
Parar... buscar... recomeçar!

Que toquem as cornetas do mundo...
Ao som do reviver,
quero minh'alma curada,
e ver outro amor nascer...

Quero o brilho de volta, o som angelical,
sentir a esperança, poder amar!
Quero sentir o sol dentro de mim brilhar...
Quero olhar nos olhos do amor...
Sorrir... e ali, outra vez me encontrar!!!
NAMASTE!

terça-feira, 7 de abril de 2009

AF 447!

Aí um dia você toma um avião para Paris, a lazer ou a trabalho, em um vôo da Air France, em que a comida e a bebida têm a obrigação de oferecer a melhor experiência gastronômica de bordo do mundo, e o avião mergulha para a morte no meio do Oceano Atlântico. Sem que você perceba, ou possa fazer qualquer coisa a respeito, sua vida acabou, numa desintegração estrutural e física, ou nos 4 000 metros de água congelante abaixo de você naquele mar sem fim. Você que tinha acabado de conseguir dormir na poltrona ou de colocar os fones de ouvido para assistir ao primeiro filme da noite ou de saborear uma segunda taça de vinho tinto com o cobertorzinho do avião sobre os joelhos. Talvez você tenha tido tempo de ter a consciência do fim, de que tudo terminava ali. Talvez você nem tenha tido a chance de se dar conta disso... Enfim...
Tudo que ia pela sua cabeça desaparece do mundo sem deixar vestígios, como se jamais tivesse existido. Seus planos de trocar de emprego ou de expandir os negócios. Seu amor imenso pelos filhos e sua tremenda incapacidade de expressar esse amor.
Seu medo da velhice, suas preocupações em relação à aposentadoria. Sua insegurança em relação ao seu real talento, às chances de sobrevivência de suas competências nesse mundo que troca de regras a cada seis meses.
Seu receio de que sua mulher, de cuja afeição você depende mais do que imagina, um dia lhe deixe. Ou pior: que permaneça com você infeliz, tendo deixado de amá-lo. Seus sonhos de trocar de casa, sua torcida para que seu time faça uma boa temporada. Suas noites de insônia, essa sinusite que você está desenvolvendo, suas saudades do cigarro. Os planos de voltar à academia, a grande contabilidade (nem sempre com saldo positivo) dos amores e dos ódios que você angariou e destilou pela vida, as dezenas de pequenos problemas cotidianos que você tinha anotado na agenda para resolver assim que tivesse tempo. Bastou um segundo para que tudo isso fosse desligado, para que todo esse universo pessoal que tantas vezes lhe pesou toneladas tenha se apagado. Como uma lâmpada que acaba e não volta a acender mais... Enfim...

Então, aproveite bem o seu dia...
Extraia dele todos os bons sentimentos possíveis!
Não deixe nada para depois... Diga o que tem para dizer!
Demonstre... Seja você mesmo... Não guarde lixo dentro de casa!
Não cultive amarguras e sofrimentos...
Prefira o sorriso... Dê risada de tudo, inclusive de si mesmo!
Não adie alegrias, nem contentamentos, nem sabores bons...
Seja feliz, Hoje!
Amanhã é uma ilusão...
Ontem é uma lembrança...
No fundo, no fundo, só existe o hoje...
NAMASTE!

sexta-feira, 27 de março de 2009

Causa e Propósito!

Sob o ponto de vista de quem atravessa um momento de sofrimento agudo em sua existência, nada pode ser mais inoportuno e desagradável do que alguém racionalizar ou tentar explicar as causas de sua dor com base em eventos passados, pois ninguém tem o poder de explicar vicissitudes e explicações que não viveu!
A racionalização em momento inoportuno, longe de causar alívio, pode até mesmo aumentar o sofrimento e a revolta, por ver alguém racionalizando friamente sobre seu sofrimento, em um momento em que desejaria receber conforto, empatia e calor humano.
O Carma e o Darma (respectivamente, a Causa e o Propósito dos eventos!) devem ser estudados em situações prévias de estabilidade e de normalidade e jamais devemos atormentar e fomentar com racionalizações e explicações em um momento de sofrimento intenso. Mas não há dúvida de que esses estudos são importantes e sua compreensão prévia pode auxiliar o sofredor na compreensão e na absorção de seu sofrimento.
A maior contribuição do pensamento oriental ao Ocidente foi a noção de Carma como um encadeamento de causas pretéritas formando o cenário e as condições de nossa vida presente. A palavra Carma já está definitivamente incorporada ao vernáculo de todas as nações ocidentais, e mesmo as pessoas que não se identificam com a filosofia oriental ou com a espiritualidade sabem o que significa essa palavra e falam fluentemente sobre o Carma, embora de forma muitas vezes simplista e distorcida. O pensamento comum supõe que um Carma seja uma espécie de operação aritmética de soma e subtração, quando, na verdade, é uma função integral absurdamente complexa em que um conjunto de causas interage holograficamente para gerar um efeito.
E há outra questão ainda mais complexa: O conceito de Carma foi introduzido no Ocidente sem o conceito complementar e associado ao Carma, que é o Darma!
A única explicação para esse fato é que o Darma constitui um conceito ainda mais complexo e sutil do que o próprio Carma. A própria diversidade na tradução da palavra Darma já é um indício dessa complexidade. Há muitas traduções, sem que nenhuma delas consiga transmitir em sua plenitude o significado original do sânscrito Dharma: retidão, dever, religião, evolução, conduta correta, preceitos, moral, ensinamento, etc. De fato, todas essas traduções são incompletas. Como princípio complementar ao Carma, o Darma pode ser compreendido como a linha de tendência que devemos seguir rumo à verdade, sendo essa linha de tendência resultante do alinhamento do nosso Carma em uma determinada direção, que é o propósito e o rumo de nossa existência. O Carma é composto por muitas linhas divergentes e conflitantes, decorrentes das diversas ações harmônicas e desarmônicas que cometemos no passado. A linha de tendência resultante de todas essas múltiplas ações aponta numa determinada direção e assumem um determinado propósito alinhado com a ordem divina da Providência e de nossa vida em particular.
Essa direção é o Darma!
O Darma é aquilo que os cristãos (particularmente os protestantes!) costumam chamar de “O Plano de Deus para nossa vida!”. Para atingirmos o nosso Darma, temos de navegar nas ondas revoltas do Carma, até que essas ondas estejam todas alinhadas e não exista mais diferença entre o Carma e o Darma. Quanto mais anulamos o nosso Carma, mais tomamos consciência do nosso Darma e mais alinhamos nossa vida com ele. Todavia, mesmo a pessoa que está vivendo uma fase de turbulência existencial e intenso sofrimento, está trabalhando simultaneamente seu Darma, com a diferença de que está navegando uma onda periférica e prioritária, ilusoriamente afastada do curso normal de sua existência, o que não é verdade se virmos o fato no plano espiritual.
É como um motorista numa estrada que se afasta da via principal para trocar um pneu ou reabastecer o seu veículo. Logo que essa operação for concluída, ele retorna à via principal. Naquele momento específico de sua viagem, a operação de troca dos pneus ou de reabastecimento foi mais importante do que seguir o curso normal da viagem.
Para quem não conhece seus reais objetivos, o afastamento da estrada pode parecer uma insanidade. A grande dificuldade para se entender esse conceito é que, na vida real, nem mesmo o próprio viajante conhece os objetivos e os desvios de percurso. As coisas parecem simplesmente acontecer impulsionadas por uma força desconhecida. O conhecimento do Carma e do Darma facilita a compreensão desse processo, mesmo com o desconhecimento das forças causais e das linhas de tendência futura, que estão operando a cada instante, mudando o panorama de nossa vida e trazendo novas situações agradáveis ou desagradáveis.
Está claro para todos que os eventos penosos que ocorrem em nossa vida constituem uma manifestação do Carma, a colheita de causas passadas, a colheita dos frutos amargos, cujas sementes plantamos nesta ou em existências pretéritas.
O que não está tão claro é que o sofrimento tem também um propósito Dármico, o objetivo de eliminar o Carma e de direcionar o espírito para determinada direção, produzindo maior sensibilidade e empatia. Só na escola do sofrimento é possível desenvolver empatia com os que sofrem dores semelhantes às nossas. Os seres dotados desse tipo de empatia, caso não estejam sofrendo na situação presente, já sofreram dores atrozes no passado, tendo, através disso, adquirido a empatia de forma permanente.
Os grandes seres benfeitores da humanidade têm esse sentimento de empatia de forma permanente e em um grau extraordinariamente alto. Em função disso, sofrem intensamente todas as dores da humanidade. O sofrimento intenso e universalizado desses grandes seres é, todavia, neutralizado e equilibrado por uma sensação de êxtase advinda da percepção da unidade da vida e da percepção consciente de que o glorioso plano da Providência abrange todas essas distorções localizadas e particulares. Essa mescla de sentimentos e percepções faz com que os grandes avatares sintetizem o sofrimento e o êxtase em uma sensação unificada e fora da nossa compreensão, como se o sofrimento fosse o travo amargo de um vinho tinto saboroso.
Diziam os antigos, com uma sabedoria que ultrapassa as próprias palavras:
“O vinho é amargo, mas tem o sabor da vida!”...
No exterior do Meu Cazzzulo, duas pessoas, em seus Universos distintos, comemoram na data de hoje a chegada nesta morada.
Duas pessoas que interagem e acompanham de perto minhas vicissitudes e expiações, uma nas linhas íngremes de meu Carma e outra nas linhas tênues de meu Darma. Dois seres, em graus diferentes de evolução...
Minha co-criadora e Mãe, e meu amigo Paulo Jr... À eles, Parabéns e Felicidades!
NAMASTE!

terça-feira, 24 de março de 2009

Mário Quintana!

O poeta biográfico.
Aquele que optou pela solidão das gotas da caneta tinteiro, solidão das palavras soltas, palavras que já serviram, servem e servirão...

Abaixo, três nuances que me cabem!!

___ Os Passarinhos___

Eu sou um homem fechado.
O mundo me tornou egoista e mau.
E a minha poesia é um vício triste, desesperado e solitário...
Que eu faço tudo por abafar.
Mas tu apareceste com a tua boca fresca de madrugada... Com o teu passo leve... Com esses teus cabelos... E o homem taciturno ficou imóvel, sem compreender nada, numa alegria atônita...
A súbita, a dolorosa alegria de um espantalho inútil...
Aonde viessem pousar os passarinhos.

___Poeminha do Contra___

Todos estes que aí estão
atravancando o meu caminho...
Eles passarão...
Eu passarinho!

___Esperança___

Lá bem no alto do décimo segundo andar
do ano vive uma louca chamada Esperança.
E ela pensa que quando todas as sirenas...
Todas as buzinas...
Todos os reco-recos tocarem...
Atira-se!!!
E— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada...
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes
E ela lhes dirá (É preciso dizer-lhes tudo de novo!...)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
NAMASTE!

quinta-feira, 19 de março de 2009

Elegância!

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que,
talvez por isso, esteja cada vez mais rara:
A Elegância no Comportamento!
Tratamos neste Artigo de um dom, que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza. É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada...
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam, nas pessoas que escutam mais do que falam, e quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca, "Palavras jogadas ao vento!".
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. É possível detectá-la em pessoas pontuais!
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando para depois decidir se está ou não!
Oferecer flores é sempre elegante!
É elegante não ficar espaçoso demais...
É elegante você fazer algo por alguém e este alguém
jamais saber o quanto você teve que se desdobrar para fazê-lo.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição...
Sobrenome, jóias e nariz empinado
não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, um livro que ensine a "estar" no mundo de uma forma não arrogante.
É elegante a gentileza... Atitudes gentis falam mais que mil imagens...
Abrir a porta para alguém é muito elegante...
Dar o lugar para alguém sentar é muito elegante...
Sorrir sempre é muito elegante
e faz um bem danado para a alma...
Oferecer ajuda é muito elegante...
Olhar nos olhos ao conversar é essencialmente elegante.
Pode-se tentar capturar tal delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir "licencinha" para o nosso lado brucutu, que acha que
"entre amigos não deve existir tais frescuras".
Se os amigos não merecem certa cordialidade, os inimigos é que não vão desfrutá-la.
Educação enferruja por falta de uso... Detalhe: não é frescura!
Eu, na maioria das 24 horas de meu dia, sou um Homem Elegante!
NAMASTE!